sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Reuso de água poupará 80 mil por ano


Projeto vai reaproveitar 24 mil litros diários de água potável

O projeto de reuso de água do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente da Escola Politécnica da UFRJ prevê economia R$ 80 mil por ano com abastecimento a partir de um investimento de R$ 15 mil.

O projeto tem como objetivo destinar à irrigação de jardins e canteiros ornamentais do campus parte do esgoto sanitário produzido para atividades de ensino e pesquisa na Cidade Universitária e tratado no CESA. A iniciativa do Departamento de Recursos Hídricos e Meio Ambiente será conduzida no Centro Experimental de Saneamento Ambiental da UFRJ (CESA/UFRJ).

O projeto, segundo seu coordenador, o professor Isaac Volschan Jr, resultará na economia dos 24 mil litros diários de água potável utilizados atualmente para esta finalidade, que geram uma despesa anual de aproximadamente R$80 mil.

O investimento de R$15 mil será utilizado na construção de unidades de tratamento terciário, para desinfecção do efluente. "Tínhamos apenas o secundário, não suficiente para alcançar o padrão necessário para o reuso, então construímos as unidades de filtração terciárias, uma unidade para desinfecção do esgotos e uma unidade para armazenar a água".

Fonte: Envolverde

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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Coca-Cola usa açucar da usina sem licença ambiental no Amazonas

O Amazonas possui somente uma usina de açúcar e etanol atualmente em funcionamento: a Agropecuária Jayoro, no município de Presidente Figueiredo (AM). Apesar da produção relativamente pequena (são em média 18 mil toneladas por ano), o açúcar da Jayoro chega indiretamente a todo o país e também é exportado para Colômbia, Venezuela e Paraguai. Isso porque como ele é feito o caramelo que dá sabor à misteriosa fórmula do concentrado de Coca-Cola, distribuído para todas as fábricas de produção e engarrafamento do refrigerante no Brasil e nos países vizinhos.

O furo de reportagem é da jornalista Thaís Brianezi, aqui do Centro de Monitoramento de Agrocombustíveis da Repórter Brasil, que foi ao interior do Amazonas conferir a história. Abaixo, posto alguns trechos da apuração:

Considerada uma usina modelo pelo diretor de Meio Ambiente da Coca-Cola Brasil, José Mauro de Moraes, a Agropecuária Jayoro está funcionando em 2009 sem ter obtido a renovação anual da licença ambiental dos seus 4 mil hectares de canaviais e de seus 400 hectares de pés de guaraná junto ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), órgão ambiental estadual. Apesar disso, conseguiu renovar as licenças ambientais das unidades industriais de produção de açúcar e etanol e de processamento do guaraná.

Leia a notícia na íntegra

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Eco4planet: o buscador ecológico tão eficiente quanto o Google

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Bill Mollison pensamento Permacultura



Assisti esse vídeo na TV Permacultura e resolvi postar aqui.
A TV Permacultura é um veículo novo no meio web. Assitam www.permacultura.tv

domingo, 15 de março de 2009

Produzir hambúrguer requer 2400 L de água



Uso intensivo de irrigação (utilizada no cultivo de 40% dos alimentos) faz com que produção de uma caloria de comida exija um litro de água, diz FAO. Cálculos foram feitos para o Fórum Mundial da Água, que começa na segunda-feira em Istambul.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Banqueiro é o maior desvastador da floresta Amazônica



O banqueiro Daniel Dantas - dono do Banco Opportunity e preso em julho do ano passado pela Polícia Federal, devido a crimes financeiros e desvio de verbas públicas - é o maior devastador da Floresta Amazônica do estado do Pará. A informação vem do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) com quem Dantas acumula uma dívida superior a R$ 12 milhões. Segundo o órgão, as autuações são referentes aos crimes de desmatamento e quebra de embargo cometidos pela empresa Agropecuária Santa Bárbara, propriedade do banqueiro que abrange seis municípios do estado e engloba 15 fazendas na região.

A informação, fornecida por um fiscal do Ibama responsável pela operação que autuou a propriedade do banqueiro, revela também que a empresa, localizada no sul do Pará possui em seu raio de ação os municípios de Eldorado dos Carajás, Redenção, Parauapebas, Marabá, São Félix do Xingu e Santana do Araguaia.

Ao menos três dos seis municípios onde a Agropecuária Santa Bárbara atua no Pará constam na lista negra de municípios que mais derrubaram a floresta amazônica nos últimos anos, divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente no início do ano passado. Eldorado dos Carajás, Redenção, Parauapebas, Marabá, São Félix do Xingu e Santana do Araguaia estão no sudeste do Pará, área onde a floresta foi mais castigada. Não à toa, a região está no chamado ‘arco do desmatamento’, que inclui partes de Mato Grosso, Rondônia, Acre e Amazonas.


fonte:
http://www.mst.org.br

Trabalhadores reclamam de impactos sociais e ambientais no Pará

Uma série de impactos sociais e ambientais na região de instalação da mineradora americana Alcoa, no município de Juruti, oeste do Pará, motivou a ocupação da área da empresa por 1.500 trabalhadores rurais na última quarta-feira (28/01).

Os trabalhadores afetados pela exploração da bauxita - matéria prima para a produção do alumínio - denunciam os danos aos recursos hídricos, redução do pescado, impedimento do direito de ir e vir dos ribeirinhos, diminuição da coleta da castanha do Brasil, andiroba e outras fontes de proteínas e recursos da fauna usados para fins medicinais.

O projeto representa também um risco de morte aos trabalhadores, por conta da construção ferrovia que escoará o minério. Eles explicam que não há túneis ou desvios nos trechos que cortam os projetos de assentamento impactados pela obra.

fonte: http://www.mst.org.br