sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Banqueiro é o maior desvastador da floresta Amazônica



O banqueiro Daniel Dantas - dono do Banco Opportunity e preso em julho do ano passado pela Polícia Federal, devido a crimes financeiros e desvio de verbas públicas - é o maior devastador da Floresta Amazônica do estado do Pará. A informação vem do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) com quem Dantas acumula uma dívida superior a R$ 12 milhões. Segundo o órgão, as autuações são referentes aos crimes de desmatamento e quebra de embargo cometidos pela empresa Agropecuária Santa Bárbara, propriedade do banqueiro que abrange seis municípios do estado e engloba 15 fazendas na região.

A informação, fornecida por um fiscal do Ibama responsável pela operação que autuou a propriedade do banqueiro, revela também que a empresa, localizada no sul do Pará possui em seu raio de ação os municípios de Eldorado dos Carajás, Redenção, Parauapebas, Marabá, São Félix do Xingu e Santana do Araguaia.

Ao menos três dos seis municípios onde a Agropecuária Santa Bárbara atua no Pará constam na lista negra de municípios que mais derrubaram a floresta amazônica nos últimos anos, divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente no início do ano passado. Eldorado dos Carajás, Redenção, Parauapebas, Marabá, São Félix do Xingu e Santana do Araguaia estão no sudeste do Pará, área onde a floresta foi mais castigada. Não à toa, a região está no chamado ‘arco do desmatamento’, que inclui partes de Mato Grosso, Rondônia, Acre e Amazonas.


fonte:
http://www.mst.org.br

Trabalhadores reclamam de impactos sociais e ambientais no Pará

Uma série de impactos sociais e ambientais na região de instalação da mineradora americana Alcoa, no município de Juruti, oeste do Pará, motivou a ocupação da área da empresa por 1.500 trabalhadores rurais na última quarta-feira (28/01).

Os trabalhadores afetados pela exploração da bauxita - matéria prima para a produção do alumínio - denunciam os danos aos recursos hídricos, redução do pescado, impedimento do direito de ir e vir dos ribeirinhos, diminuição da coleta da castanha do Brasil, andiroba e outras fontes de proteínas e recursos da fauna usados para fins medicinais.

O projeto representa também um risco de morte aos trabalhadores, por conta da construção ferrovia que escoará o minério. Eles explicam que não há túneis ou desvios nos trechos que cortam os projetos de assentamento impactados pela obra.

fonte: http://www.mst.org.br

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Lixão em área de proteção ambiental

A Polícia Ambiental descobriu nessa quarta feira um lixão dentro de uma área de proteção. O local fica em Minas Gerais, no parque Rola Moça.

Uma placa indicava que o lugar era usado para depositar lixo hospitalar, lixo comum e pneus.

A área seria usada pela prefeitura da cidade de Ibirete, região metropolitana de Belo Horizonte.

Lei é o que não falta nesse país.

fonte: Ambiente Brasil

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Lei ambiental do Brasil

Dizem que a lei ambiental do Brasil é a mais completa. O problema deve ser qual então?
Essa semana passando na BR 060, nas extremidades do Gama, cidade do entorno de Brasília me deparei com uma placa dizendo que era proibido jogar lixo. Fui obrigado a parar o carro e sacar una foto para mostrar a vocês.